INAM prevê vento forte na região sul do país

O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) prevê a ocorrência de vento com rajadas até 60 quilómetros por hora, a partir das primeiras horas de amanhã, 27 de Junho.

Segundo uma nota do INAM, a agitação vai abranger os distritos de Matutuíne, Namaacha, Boane, Manhiça, Marracuene e cidades de Maputo e Matola.

A nota aponta Igualmente, para província de Gaza, nos distritos de Chókwè, Bilene, Limpopo, Mandlakaze, Chibuto, Guijá, Chonguene e cidade de Xai-Xai. E província de Inhambane nos distritos de Zavala, Inharrime, Panda, Jangamo, Homoine e cidades de Inhambane e Maxixe.

Adicionalmente, o INAM prevê agitação marítima que poderá gerar ondas com alturas até 3.5 metros, a sul do paralelo 23 graus, durante o mesmo período.

Estádio de Machava recebe nova designação “Estádio da Independência Nacional”

O Presidente da República, Danie Chapo, anunciou hoje, quarta-feira (25.06) que o Estádio da Machava, passa a designar-se “Estádio da Independência Nacional” por decisão do Conselho de Ministros, reunido ontem, terça-feira (24) em mais uma sessão.

Segundo Chapo, a mudança do nome visa registar de forma indelével o acontecimento mais marcante na história do país assinalado a 25 de Junho de 1975, transformando o Estádio numa referência de patriotismo e cidadania, no presente e para as gerações vindouras.

O Chefe do Estado sublinhou que foram observadas todas as formalidades legais para atribuir ao Estádio da Machava o nome de Estádio da Independência Nacional.

“Julgamos que os Moçambicanos sentir-se-ão orgulhosos de olhar para este estádio não somente como uma referência arquitectónica e ícone do desporto, mas, sobretudo, o verdadeiro berço da nossa independência nacional”.

Contudo, referir que o Estádio da Machava foi construído pelo Governo colonial português (as obras começaram em junho de 1963), tendo sido inaugurado em 30 de junho de 1968, com um jogo de futebol envolvendo as seleções de Portugal e Brasil, assistido por cerca de 60 mil espectadores.

O recinto, inicialmente, localizado no bairro do Infulene, no Município da Matola, província de Maputo, foi designado Estádio Salazar, em homenagem ao político ditador português António de Oliveira Salazar.

O nome veio a ser alterado em 1975, tendo sido atribuído o nome de Estádio da Machava.

 

Moçambique e China continuam numa relação profícua

A Secretária de Estado para os Negócios Estrangeiros e Comunidade Moçambicana no Exterior, Maria de Fátima Simão Manso, assegurou que Moçambique e a República Popular da China continuarão a promover relações em prol da paz e estabilidade no mundo, com base nos princípios de inclusão e coexistência pacífica.

Falando hoje, em Beijing, na China, aquando da celebração do quinquagésimo aniversário da Independência Nacional e dos 50 anos do estabelecimento das relações diplomáticas entre Moçambique e China, Maria Manso recordou que China foi um dos primeiros Estados do mundo a reconhecer o Estado Moçambicano, no mesmo dia da proclamação da independência e a estabelecer relações diplomáticas com o país, facto que considerou um grande gesto de profunda amizade, irmandade, solidariedade e cooperação, baseados no respeito recíproco e nas relações mutuamente vantajosas.

“China é um país amigo e parceiro de confiança que tem estado com Moçambique nos bons e maus momentos. Consolidamos as nossas relações político-diplomáticas, pragmáticas e desenvolvemos a nossa parceria estratégica rumo ao desenvolvimento sustentável, com a visão virada para um futuro promissor em benefício dos nossos povos e países”, classificou.

Manso realçou, ainda, que neste momento, a China é um dos principais parceiros económicos, comerciais e de investimentos de Moçambique, que a nível bilateral têm estado a implementar vários projectos com impacto na vida das populações, como a construção de estradas, escolas, hospitais, aeroportos, pontes entre as quais, a emblemática ponte Maputo- Katembe.

Para Manso celebrar o Dia da Independência Nacional representa o nascimento da nação moçambicana e simboliza a persistência e o espírito de luta e sacrifício. (Comunicado)

PR recebe felicitações do homólogo Chinês pelos 50 anos da Independência e Relações Diplomáticas

O Presidente da República, Daniel Chapo, recebeu uma mensagem de felicitações do Presidente da República Popular da China, Xi Jinping, por ocasião da celebração dos 50 anos da Independência Nacional e do 50.º aniversário do estabelecimento das relações diplomáticas entre Moçambique e a China.
Segundo uma nota de informação da Presidência, na mensagem, o Presidente Xi Jinping transmite, em nome do Governo e do povo chineses, as felicitações e os melhores cumprimentos ao governo e povo moçambicanos, enaltecendo os laços históricos e de amizade entre os dois países.
O estadista chinês sublinha que desde o estabelecimento das relações diplomáticas há 50 anos, apesar das mudanças na situação internacional, a China e Moçambique têm sempre mantido a confiança e os apoios mútuos, e vêm desfrutando de uma amizade sólida como uma rocha.
Expressando o seu empenho no fortalecimento das relações bilaterais, Xi Jinping declarou: “Atribuo grande importância ao desenvolvimento das relações China-Moçambique, e estou
disposto a trabalhar junto com o senhor”.
O líder chinês acrescentou que o 50.º aniversário do estabelecimento das relações diplomáticas deve ser encarado como um novo ponto de partida para reforçar a amizade tradicional entre os dois países, aprofundar a cooperação de benefício mútuo em iniciativas como a cooperação Cinturão e Rota de alta qualidade e o Fórum de Cooperação China-África (FOCAC), entre outras, e construir conjuntamente um novo capítulo da Parceria de Cooperação Estratégica Global China Moçambique.

Pedro Muagura entre os condecorados com Medalha de Mérito de Ambiente

Os administradores do Parque Nacional da Gorongosa, do Zinave e do Arquipélago de Bazaruto são figuras distinguidas pelo Presidente da República, Daniel Chapo, com a Medalha de Ambiente, por ocasião dos 50 anos da Independência, que se assinala amanhã.

Ontem, segunda-feira, Daniel Chapo condecorou personalidades nacionais e internacionais pelo reconhecimento do contributo prestado à pátria, neste caso aos três administradores, pela Conservação do Meio Ambiente.

As distinções foram atribuídas ao abrigo da alínea l) do artigo 158 da Constituição da República e do artigo 39 da Lei n.º 10/2011, de 13 de Julho, por decretos presidenciais separados.

Na Conservação do Meio Ambiente, Chapo distinguiu Pedro Estevão Muagura – administrador do Parque Nacional da Gorongosa; António José Augusto Abacar – administrador do Parque Nacional do Zinave; e Armando Uleva Guenha – administrador do Parque Nacional do Arquipélago de Bazaruto); e Carlos Manuel dos Santos Serra com a Medalha de Mérito de Ambiente.

As condecorações serão oficialmente impostas amanhã, durante as comemorações do Dia da Independência de Moçambique, 25 de Junho. Para tal, Daniel Chapo delegou aos secretários de Estado nas respectivas províncias.

Comunidades do monte Mabu buscam soluções sustentáveis para proteger sua floresta e construir um futuro resiliente

No coração da Zambézia, em torno da imponente floresta do Monte Mabu, um movimento
de esperança e transformação está em curso. Com o apoio da Justiça Ambiental,
as comunidades de Nvava, Limbue, Namadoe e Nangaze estão assumindo o protagonismo
na defesa dos seus recursos naturais e na construção de alternativas sustentáveis de meio
de subsistência.

Há cerca de 10 anos, estas comunidades trabalham no fortalecimento vêm fortalecendo
das suas associações comunitárias com o objetivo de gerir de forma autónoma e
responsável a floresta em sua volta. Agora, numa nova etapa deste compromisso, a Justiça
Ambiental está a realizar uma série de oficinas práticas e inclusivas, envolvendo
directamente pelo menos 100 membros destas comunidades ao longo dos meses de junho e
julho.

As oficinas abordam temas estratégicos que articulam saberes ancestrais e inovações
adaptadas ao contexto local, nomeadamente, (i) resgate de sementes locais para fortalecer
a soberania alimentar com espécies adaptadas ao solo e ao clima da região; (ii) sistemas
agroflorestais que geram alimentos e renda em harmonia com a floresta, conservando
ecossistemas; (iii) produção caseira de produtos alimentares e de limpeza, a exemplo do
sabão artesanal utilizando cinzas, um recurso acessível, para produzir um produto essencial
a baixo custo; (iv) uso sustentável de plantas medicinais no resgate de conhecimentos
tradicionais de forma a fortalecer a autonomia em cuidados de saúde; (v) processamento da
produção local (frutas e legumes), através de técnicas de secagem, fermentação, destilação,
pasteurização e armazenamento, qualificando a segurança alimentar e agregando valor à
produção sazonal e (vi) técnicas de bioconstrução com materiais locais incluindo fabrico de
fogões ecológicos de alta eficiência, que reduzem o consumo de lenha e as emissões de
fumo, protegendo a saúde e a floresta e trazendo melhoria para as condições de vida das
mulheres em particular.

Além de preservar a biodiversidade única do Monte Mabu, estas acções geram alternativas
concretas de renda e melhoram a qualidade de vida das famílias, diminuindo a dependência
da exploração predatória da floresta.

Este trabalho conta com a contribuição técnica das brasileiras Ana de Carli e Lisiane Brolese,
que trazem sua ampla experiência em bioconstrução e agroecologia voltada à resiliência
climática. Um destaque especial tem sido dado à componente de género, assegurando que
as mulheres — muitas vezes as principais guardiãs da floresta — tenham voz, formação e
poder de decisão nas transformações em curso.

Monte Mabu não é apenas uma montanha: é um símbolo de resistência, de sabedoria
comunitária e de esperança diante dos desafios globais das mudanças climáticas. Cada
oficina realizada é um passo firme na construção de um modelo de desenvolvimento local
que coloca a vida e a natureza no centro.

Israel e Irão concordaram com plano de cessar-fogo

A televisão estatal iraniana informou que o cessar-fogo entrou em vigor às 07:30, de hoje, terça-feira.

Israel e o Irão aceitaram hoje o plano de cessar-fogo proposto pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, para pôr fim “à guerra de 12 dias” que afetou o Médio Oriente.

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, disse hoje que Israel tinha acordado um cessar-fogo bilateral com o Irão em coordenação com o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

A televisão estatal iraniana informou que o cessar-fogo entrou em vigor às 07:30 (05:30 em Lisboa).

Segundo a agência de notícias norte-americana Associated Press, um alto funcionário da Presidência dos Estados Unidos, que insistiu no anonimato, Donald Trump estabeleceu contacto direto com o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, para garantir o cessar-fogo.

A Administração norte-americana tem afirmado que o bombardeamento de sábado contra as instalações nucleares do Irão ajudou a levar o Governo de Israel a concordar com o cessar-fogo e que o Qatar ajudou a mediar o acordo.

Até ao momento, não é claro qual o papel desempenhado pelo ayatollah Ali Khamenei, líder do Irão, nas conversações.

O líder iraniano afirmou anteriormente nas redes sociais que não se renderia.

Os ataques israelitas continuaram em cidades iranianas até pouco antes das 04:00 da manhã (02:00 em Lisboa), seguidos de barragens iranianas que fizeram com que a população israelita procurasse abrigo antiaéreo.

Uma hora depois de ter expirado o prazo para o Irão suspender os ataques, Trump publicou uma mensagem nas redes sociais:

“O CESSAR-FOGO ESTÁ AGORA EM EFEITO. POR FAVOR, NÃO O VIOLEM! DONALD J. TRUMP, PRESIDENTE DOS ESTADOS UNIDOS!”, escreveu.

O anúncio do acordo ocorreu depois de Teerão ter lançado, na segunda-feira à noite, um ataque com mísseis contra uma base militar norte-americana no Qatar além de ter atingido territórios no sul de Israel e que provocou mortos e feridos.

Na mesma altura, Israel lançou ataques aéreos contra vários pontos do Irão antes do amanhecer.

Netanyahu disse hoje que informou ao Gabinete de Segurança de Israel na noite de segunda-feira que Israel tinha alcançado todos os objetivos de guerra “na operação de 12 dias” contra o Irão.

A operação israelita, com a participação dos Estados Unidos, incluiu o “afastamento” da ameaça dos programas de mísseis nucleares e balísticos do Irão.

Netanyahu disse também que Israel “atingiu” a liderança militar de Teerão além da destruição de várias instalações governamentais tendo conseguido, frisou, controlar o espaço aéreo de Teerão.

“Israel vai responder energicamente a qualquer violação do cessar-fogo”, afirmou Netanyahu.

Os aeroportos de Israel estão fechados desde o início da guerra com o Irão, mas alguns voos de emergência começaram a chegar e a partir nos últimos dias.

Na madrugada, a Qatar Airways retomou os voos depois de o Qatar ter encerrado o espaço aéreo devido ao ataque iraniano à base aérea de Al Udeid.

Em Israel, pelo menos 24 pessoas morreram e mais de mil ficaram feridas na guerra.

Os ataques israelitas contra o Irão mataram pelo menos 974 pessoas e feriram outras 3.458, de acordo com o grupo Human Rights Activists, com sede em Washington. (NM).

 

Venâncio Mondlane notificado pela PRG com advertência de detenção

O ex-candidato presidencial, Venâncio Mondlane é notificado pela Procuradoria da Cidade de Maputo, para comparecer no próximo dia 27 para prestar esclarecimentos adicionais. Se não comparecer poderá ser detido.

“Seja o visado advertido que a falta de comparência injustificada o fará incorrer ao pagamento de multa que varia entre um a cinco salários mínimos e sem prejuízo de vir a ser ordenada a sua detenção pelo tempo indispensável”, lê-se na nota do Processo nº773/11/P/24-6C.

Venâncio Mondlane deverá comparecer na Procuradoria pelas 9h da próxima sexta-feira.

O político Venâncio Mondlane, que liderou a contestação aos resultados das eleições gerais moçambicanas de 09 de outubro, foi constituído arguido, também, na província de Niassa, na sequência das manifestações pós-eleitorais.

Desde primeiras notificações da Procuradoria-Geral da República (PGR), Venâncio Mondlane queixa-se de “perseguição”. Chegou até a publicar uma cópia do termo de constituição de arguido da Procuradoria Distrital da República de Cuamba, no norte. (Profundus).

Nampula: Detida funcionária da Educação por esquema de venda de vagas

O Gabinete Provincial de Combate à Corrupção em Nampula anunciou a detenção de uma funcionária afecta ao sector de Recursos Humanos do Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia de Nampula indiciada de reiteradas cobranças de dinheiro com promessas de facilitar o ingresso de cidadãos no Aparelho do Estado.

A detenção ocorreu no dia 20 de junho, resultante de uma investigação que revela uma prática costumeira. Das manobras, de 2021 a 2023, a funcionária recebeu indevidamente valores que variavam entre 40.000,00MT e 70.000,00MT, garantindo vagas por substituição, chegando 475.000,00MT extorquidos aos desempregados.

“Estamos perante actos que violam gravemente os princípios da Administração Pública, explorando a necessidade e fragilidade de pessoas que apenas procuram uma oportunidade de trabalho”, escreve o Gabinete Provincial de Combate à Corrupção no comunicado.

O Gabinete Provincial de Combate à Corrupção em Nampula revela ainda que a funcionária ora detida contava com a colaboração de uma amiga professora da Escola Secundária 22 de Agosto, dentro da cidade de Nampula. (Profundus).

HCB anuncia vencedores do Prémio Jornalismo HCB 50 anos

No âmbito das celebrações do quinquagésimo aniversário da criação da Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), hoje, 23 de Junho, a empresa anunciou, durante no Centro Cultural da HCB, na Vila do Songo, que contou com a presença do Presidente da República, Daniel Francisco Chapo, os primeiros classificados do “Prémio Jornalismo HCB 50 anos”, um concurso lançado em fevereiro deste ano, em parceria com o Sindicato Nacional de Jornalistas e o Centro de Documentação e Formação em Fotográfica.

O objectivo deste concurso foi de prestar homenagem ao papel significativo do jornalismo na formação da opinião pública, particularmente sobre matérias do sector energético.

O tema do concurso é “HCB, uma empresa estratégica e estruturante para o desenvolvimento de Moçambique e estabilidade energética da África Austral” e os primeiros classificados receberam cheques das mãos de Daniel Chapo.

 

Prémio HCB de Imprensa Escrita “Albino Magaia”

Primeiro classificado com 500 mil meticais: jornalistas Reginaldo Tchambule e Luísa Muhambe, do Jornal Evidências, na Cidade de Maputo, com a reportagem: HCB projecta 4000 MW até 2023 e mantem visão ambiciosa de ser líder energético na região;

Segundo classificado com 200 mil meticais: jornalista Raúl Senda, do Jornal Savana, na Cidade de Maputo, com a reportagem: HCB, a barragem que produz sonhos e ilumina vidas;

Terceiro classificado com 100 mil meticais: jornalista Pilatos Pires, do Jornal Notícias, na Cidade de Maputo, com a reportagem: HCB, de gotas de água à energia transformadora.

 

Prémio HCB de Rádio “Emílio Manhique”

Primeiro classificado com 500 mil meticais – Isaura Afonso, da Rádio Moçambique, Delegação de Tete, com a reportagem: Impacto da energia da HCB nos distritos de Doa e Moatize, Província de Tete;

Segundo classificado com 200 mil meticais: jornalista Victor África, da Rádio Moçambique, na Cidade de Maputo, com a reportagem: Impacto das mudanças climáticas na produção de energia e estratégias de reversão pela HCB

Terceiro classificado com 100 mil meticais: Jornalista Manuel Cardoso, da Rádio Moçambique, na Delegação de Tete, com a reportagem: O contributo da HCB no Desporto.

 

Prémio HCB de Televisão “Simião Ponguane”

Primeiro classificado com 500 mil meticais – Amarildo Romão, da Televisão Moçambique, na Província de Tete, com a reportagem: HCB 50 Anos;

Segundo classificado com 200 mil meticais: jornalista Admiro Feliciano, da Televisão de Moçambique, na Província de Maputo, com a reportagem: Hidroeléctrica de Cahora Bassa – Farol de Desenvolvimento Económico de Moçambique;

Terceiro classificado com 100 mil meticais: jornalistas Dário Cossa e Nélio Luis, da STV, na Cidade de Maputo, com a reportagem: Trajectória dos 50 anos da HCB.

 

Prémio HCB de Fotojornalismo “Ricardo Rangel”

Primeiro classificado com 500 mil meticais – Inácio Pereira, do Jornal Notícias, na Cidade de Maputo, com a reportagem: A magia da HCB;

Segundo classificado com 200 mil meticais: fotojornalista Mendes José Mondlane, do Jornal Wòniherya, na Província de Nampula, com a reportagem: Energia que toca a pele da pátria: o impacto social da HCB;

Terceiro classificado com 100 mil meticais: fotojornalista Salvador Sigaúque, Repórter Freelancer, na Cidade de Maputo, com a reportagem: Responsabilidade Social: Acções da HCB minimizam adversidades nas comunidades, publicada no Suplemento “Economia e Negócios” do Jornal Notícias.

A equipe do Júri, composta por profissionais seniores da comunicação social representantes do Norte, Centro e Sul de Moçambique, decidiu atribuir, também, três menções honrosas para igual número de jornalistas da categoria de Rádio “Emílio Manhique” pelo rigor emprestado à produção das reportagens e o esforço visível em responder aos requisitos do concurso:

Isaías Dzinga, jornalista do Instituto de Comunicação Social de Tete, na Rádio Comunitária de Mutarara, pelo trabalho: Ganhos de Moçambique com a HCB; Horácio Romão, jornalista da Rádio Moçambique-Inhambane, pelo trabalho: Impacto da energia da HCB no desenvolvimento de Inhambane; Castro Jorge, jornalista do RM Desporto-Cidade de Maputo, pelo trabalho: Impacto das premiações da HCB no Moçambola.

Jornal Profundus

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