Nhamatanda: Decorrem negociações sobre a manifestação dos trabalhadores do Supermercado do Povo

Os trabalhadores que queixam de maus-tratos do patrão chinês do novo Supermercado do Povo, localizado ao lado do antigo terminal de Nhamatanda, em Sofala, estão aguardando pela chegada do patrão máximo. Foi o consenso alcançado pelo envolvimento do sindicato com a chegada do gerente de Dondo Franque António.

Depois de primeiras tentativas de negociações entre os trabalhadores, gerente e o sindicato, chegaram a conclusão de aguardarem pelo chefe máximo. Neste momento, o chinês acaba de chegar.

está a caminho de Nhamatanda, saindo de Dondo.

Franque queria que quase a metade dos trabalhadores começasse a atender os clientes, uma vez que já tinham reaberto o estabelecimento depois que chegaram quatro raparigas vindo da sucursal de Dondo.

Já amanhã, chegará uma equipa provincial para aferir o caso.

A representante do sindicato em Nhamatanda, Sandra Gonçalves Gora explica aos detalhes, em entrevista. (Muamine Benjamim).

Nhamatanda: Mais de 30 trabalhadores do Supermercado do Povo queixam-se de maus-tratos”

Os trabalhadores queixam-se de maus-tratos do patrão chinês do novo Super Mercado do Povo, localizado ao lado do antigo terminal de Nhamatanda, em Sofala.

Hoje, os trabalhadores marcharam em vão até ao Conselho Municipal de Nhamatanda (CMVN) abandonando os postos de trabalho. De lá, tiveram a orientação de voltarem ao Mercado, mas não trabalharem.

Tudo começou no dia 7 de maio em curso, com a mudança de plano do patrão que tinha dado uma hora para os trabalhadores comerem, mas mudou repentinamente para quase a metade do tempo. Na reivindicação desse direito antes acordado entre ambas partes, o patrão puniu algumas meninas (sete dias de pé, das 8 às 20 horas), depois aumentou para 30 dias, faltando agora 23.

Uma delas, é Sara que chegou de ter inchaço dos pés.

Os trabalhadores não tinham férias, quando pediram ao patrão, aceitou apenas um domingo para cada trabalhador num mês. Mas por causa de um dia, passou a cortar o salário de 9.000 para 8.000 meticais que são pagos em físico.

Das várias, está a Suneila Zacarias que não sabe se voltará a trabalhar, depois de se queixar de dores durante a punição de pé. Abandonou o local depois do patrão insistir que permanecesse ali. Dias depois regressou com Atestado Médico para comprovar que estava doente, mesmo assim, o chinês orientou para aguardar pela resposta até próxima segunda-feira.

Os trabalhadores devem se virar para comer nos tais minutos que o patrão decidiu. Alguns preparam a comida nas respectivas residências para comer no almoço.

É um assunto do conhecimento das autoridades do distrito. Segundo contam os queixosos, o administrador de Nhamatanda já esteve ali por duas vezes e viu as meninas de pé.

 

Alguns trabalhadores no almoço

A representante do Sindicato de Trabalhadores em Nhamatanda reconheceu o facto, tendo aconselhado aos queixosos a permanecerem ali.

Em conversa com Profundusmz.com, Sandra Gonçalves Gora disse que ia ao encontro do administrador de Nhamatanda, Adamo Ossumane sobre o problema, garantindo mais detalhes depois da reunião.

Em conversa com Dércio Cavadias, advogado do Supermercado do Povo, garantiu que não sabia o que estava a acontecer em Nhamatanda.

Cavadias está há quase dois meses como advogado naquela “entidade”. “O que posso tentar é apurar com o gestor para saber o que efectivamente está a acontecer”.

Neste momento, os trabalhadores estão do lado de fora do estabelecimento, num sonho de ver os representantes dos direitos de trabalhadores, dirigentes distritais ou mesmo mudança de plano do patrão. Eles querem trabalhar, mas não naquelas condições. Mais detalhes na próxima edição do semanário Profundus (PDF). (Muamine Benjamim).

Nhamatanda: Cerca de 500 crentes marcham pelos 64 anos da Igreja ADA

Cerca de 500 crentes no distrito de Nhamatanda, em Sofala, marcharam na manhã de ontem domingo, pelos 64 anos de existência da Igreja Assembleia de Deus Africana (ADA).

Os crentes marcharam pelas principais ruas da vila municipal de Nhamatanda, com cânticos e dísticos, dando a conhecer a história da Igreja ADA, fundada no vizinho Zimbabué.

Os crentes concentravam-se em forma meia-lua nos lugares estratégicos para explicar sobre a Igreja, usando megafone.

É um aniversário mundial. ADA expandiu-se a “aproximadamente 169 países que já soube essa igreja” para proliferar a fé, explicou o pastor da Autonomia de Nhamatanda, Araújo Miquicene Cherene.

“A marcha significa recordar a data”, da fundação da Igreja.

“Salvar toda humanidade para conseguir saber como viver em harmonia com todas pessoas e ter o seu respeito, e interceder para o próspero do nosso país” é o foco da ADA, segundo explicou Araújo Cherene.

Profundusmz.com

O pastor da ADA autonomia de Nhamatanda insta a sociedade a evitar conflitos, supostamente em nome de Deus tal como Cabo Delgado. “Termos aquelas orações de intersecção para Deus fazer a sua intervenção, apoiar os irmãos em aflição [e que], haja paz”.

Além de outros convidados, a celebração dos 64 anos contou com a participação do director do Registo Civil e Notariado e administrador de Nhamatanda. Ali, cantaram, dançaram e não faltou a bebida maheu típica da região para momentos marcantes. (Muamine Benjamim).

Gaza, Zambézia e Niassa lideram nos crimes informáticos

Um pouco por todo Moçambique, há crimes informáticos, mas as províncias de Gaza, Zambézia e Niassa são as que lideraram. São dados que constam no Informe Anual da Procuradoria-Geral da República (PGR) referente ao período de 2023.

Em 2023, houve registo de 912 processos contra 560 em igual período do ano anterior, o que representa um acréscimo de 352 corresponde a 62,9%.

Foram despachados 683 processos, tendo recaído acusação em 407, 276 arquivados e 538 transitaram para 2024.

As províncias de Gaza, Zambézia e Niassa, com 194, 184 e 168 respectivamente, foram as que registaram maior número de processos, em 2023.

O crime de fraude relativa aos instrumentos e canais de pagamento electrónico apresenta o maior número de processos, com 404, seguido de burla informática e nas comunicações, com 240 e furto de fluido, com 165 processos.

Através da Plataforma de Denúncia de Fraudes com recurso a Redes de Telecomunicações ou meios de Pagamento Electrónico, a Procuradoria recebeu no período em análise, um total de 125 denúncias, dando lugar a 66 processos.

Continua o registo de burlas cujo modus operandi, traduz-se no envio de mensagens, exigindo valores monetários às vítimas; vendas Online fraudulentas; de recolha de dados pessoais da vítima, através do chamado phising; e uso de falsa identidade em redes sociais com objectivo de extorsão.

A título de exemplo, em 2023, o Banco de Moçambique alertou às instituições bancarias e ao público, em geral, sobre o registo de situações de fraudes bancárias Online, com recurso às técnicas do phishing.

Segundo a PGR, para prevenir e combater esta criminalidade, mostra-se pertinente potenciar o Serviço de Investigação Criminal (SERNIC), com meios técnicos e tecnológicos adequados; intensificar a capacitação de magistrados e investigadores criminais em matéria de recolha, análise e tratamento da prova digital; e reforçar a articulação entre sectores público e privados, com destaque para as empresas da área de tecnologia e comunicação. (Muamine Benjamim).

Município de Nhamatanda quer fortificar segurança comunitária

O Conselho Municipal da Vila de Nhamatanda (CMVN) quer fortificar a segurança nos bairros. É a intenção do respectivo edil diante das preocupações apresentadas pelos munícipes.

O presidente do CMVN, António Charumar João, está a ouvir as preocupações de munícipes, de perto a cada bairro dos 12 existentes na autarquia.

Entre as várias preocupações apresentadas por munícipes, está a criminalidade que não é novidade. Por exemplo no 8⁰ Bairro – 4 de Outubro, popularmente, Johane, mulheres queixam-se de assalto e violência sexual por desconhecidos, chegando a temer andar sem companhia, principalmente em longas distâncias.

O presidente do CMVN, popularmente, Charumar pretende promover acções de prevenção e combate ao crime, em particular a violência contra a criança, os adolescentes, a mulher, as pessoas com deficiência, as pessoas idosas e as pessoas com albinismo; criar condições para uma melhor preparação, apetrechamento, operactividade e profissionalização da Polícia Municipal; reforçar a ligação da Polícia da República de Moçambique (PRM) com a Policia Municipal, como complemento das acções para manter a paz, garantir a segurança, tranquilidade e bem-estar dos munícipes; montar Postos de Policia Municipal, em coordenação com o policiamento comunitário, no sentido de garantir a ordem e tranquilidade dos munícipes nos bairros distantes da vila sede municipal, tal como 7° bairro ou Kura, Johane e Mapalanhanga. Aliás, estas pretensões constam no manifesto eleitoral.

A autarquia de Nhamatanda possui uma superfície de 314 Km² e densidade populacional de 161,44hab/ Km² com uma população actual estimada em 77.304 habitantes distribuídos em 12 bairros designadamente, 1⁰ Bairro -Samora Moisés Machel, 2⁰ Bairro – Jossias Tongogara, 3⁰ Bairro – 3 de Fevereiro, 4⁰ Bairro – 25 de Setembro, 5⁰ Bairro – 25 de Junho, 6⁰ Bairro – 1 de Junho, 7⁰ Bairro – Mateus Sansão Mutemba, 8⁰ Bairro – 4 de Outubro, 9⁰ Bairro – Eduardo Mondlane, 10⁰ Bairro – Agostinho Neto, 11 Bairro – Filipe Samuel Magaia e 12 Bairro – Josina Machel.

Lembre-se que os assassinatos de mulheres ainda não esclarecidos apesar da promessa do Governo do distrito em 2023 pelas tais comissões criadas, continuam preocupantes. Entretanto, o “Profundus” apurou que houve uma actuação policial operativa, consequentemente, sem casos nesses dias, pelo menos não como antes Nhamatanda ficou na memória pelo tipo de crime. (Muamine Benjamim).

Nyusi exige sedes distritais electrificadas até final de 2024

O Presidente da República de Moçambique, abriu ontem, quinta-feira, na cidade de Maputo, 10.ª edição da Conferência e Exposição de Mineração e Energia de Moçambique (MMEC, sigla em inglês), sob lema “Parcerias para a Prosperidade: Desbloquear os Recursos de Moçambique para Avançar com o Crescimento Económico Nacional e Regional”. No evento que termina hoje, sexta-feira, Felipe Nyusi disse que no âmbito da iniciativa presidencial Energia Para Todos, a meta é electrificar todas as Sedes distritais e Postos Administrativos restantes até ao final deste ano.

O Chefe do Estado realçou ainda que a meta do Projecto Energia Para Todos, a taxa de cobertura eléctrica alcança 64 por cento, assegurando assim que dez milhões de moçambicanos possam ter energia eléctrica pela primeira vez no país. Até porque “a procura de energia poderá aumentar até 2030”.

Falando na abertura da Conferência, Nyusi disse que, o fórum actualiza o conhecimento e as oportunidades a luz das dinâmicas do mercado global no sector que reconhecidamente desempenha um papel determinante na economia dos países africanos, sobretudo Moçambique.

A MMEC, segundo o estadista, decorre numa altura em que o continente africano depara-se com diversos desafios associados aos recursos minerais e energia.

Moçambique possui um amplo leque de recursos naturais, dos quais se destaca o gás natural, carvão mineral, areias pesadas, rubis, safiras e esmeraldas, cuja exportação, rendeu ao País mais de 12,3 mil milhões de dólares (777,3 mil milhões de meticais) desde 2020.

“É nossa expectativa que a partir da exposição desta conferência haja intenções de negócios e investimentos facto também, reforçado pelas oportunidades de negócios susceptíveis de serem desenvolvidos nos mercados referencial-internacionais incluindo a zona de comércio livre africana e a zona de comércio livre de SADC que conta com mais de 350 milhões de consumidores” explicou.

Refira-se que a 10.ª edição da MMEC, conta com a presença de ministros do governo e representantes ministeriais do Congo, Botswana, Eswatini, Madagáscar, Malawi e dos anfitriões de Moçambique, além de mais de 500 líderes e profissionais do sector público e privado, originários de mais de 20 países do mundo. (Alfredo Armando-Maputo/Profundus PDF).

“SALVE A SERRA DA GORONGOSA”: Governo exige boas práticas de agricultura

Autoridades exigem boas práticas de agricultura para “Salvar a Serra da Gorongosa”. Esta exigência foi deixada durante o lançamento da campanha de restauração da Serra da Gorongosa, em Canda, cujo objectivo é reduzir o desmatamento derivado da expansão de actividades antropogénicas, uma acção liderada pelo Parque Nacional da Gorongosa em parceria com o Governo do Distrito de Gorongosa, envolvendo as comunidades da Serra da Gorongosa e da Zona de Desenvolvimento Sustentável, constituída pelos distritos que se situam nas áreas limítrofes do Parque.

O Parque Nacional da Gorongosa (PNG) e parceiros estão focados em mitigar os impactos ambientais derivados do desmatamento, como o caso da redução dos caudais dos rios, cujas nascentes estão localizadas na Serra da Gorongosa. Tais iniciativas envolvem o estabelecimento de viveiros comunitários, promoção de campanhas de reflorestamento em áreas degradadas, incluindo a gestão de remanescentes florestais e campanhas de sensibilização sobre a importância da Serra da Gorongosa para a manutenção da vida de todos os seres vivos.

O director do Serviço Distrital de Actividades Económicas (SDAE) em Gorongosa, António Simão Sacamalua, durante a sua intervenção no lançamento da campanha de restauração da Serra da Gorongosa, na última quinta-feira (18.04) disse que não iria mais prestar assistência técnica aos agricultores com áreas agrícolas acima dos 700 metros de altitude. “Esta campanha não veda as comunidades para desenvolverem as suas actividades agrícolas nas zonas abaixo de 700 metros de altitude”. Sendo agricultura, uma actividade dominante e base de sustento das famílias, é importante que elas “ [comunidades] continuem cultivando a terra, mas de forma sustentável e harmónica com o ambiente”, reiterou.

Segundo Sacamalua, “as mudanças climáticas resultantes da má prática ambiental têm impactado negativamente o sector agrário”, em Gorongosa. “Queremos reafirmar o nosso compromisso com o desenvolvimento de uma agricultura sustentável, que respeita o meio ambiente e, por conseguinte, desencorajamos a prática da actividade agrícola nas áreas acima de 700 metros”, deixou claro o director do SDAE em Gorongosa para quem pretende destruir a Serra da Gorongosa.

“Interessa-nos o sucesso desta campanha [de restauração da Gorongosa que] prevê entre vários aspectos, a criação de capacidade nas comunidades para tomarem a dianteira os processos ambientais; estabelecimentos de viveiros; e produção, manutenção e plantio de mudas. [São] actividades que o SDAE tem colaborado com o Parque Nacional da Gorongosa (PNG)”.

Para a implementação das actividades, o projecto de Desenvolvimento de Meios de Vida Sustentáveis conta com o apoio das lideranças comunitárias do nível de regulado de Canda, grupo de povoações e povoados da mesma comunidade, incluindo membros voluntários da comunidade, denominados facilitadores comunitários e animadores comunitários, que realizam campanhas de sensibilização em matérias do maneio sustentável dos recursos naturais e legislação ambiental, bem como dedicam parte do seu tempo para produção e plantação de mudas de espécies diversas que ocorrem na Serra de Gorongosa.

Para um melhor engajamento dos actores comunitários na sensibilização sobre a protecção da Serra da Gorongosa, o PNG entregou no mesmo dia, 47 bicicletas a facilitadores comunitários e 40 bicicletas a animadores comunitários da comunidade de Canda, zona da Serra da Gorongosa. Esta é uma parte de um total de 143 bicicletas, telefones, pastas (mochilas) e uniforme de identificação destinados ao mesmo número de voluntários que se dedicarão ao reflorestamento e protecção da Serra da Gorongosa. No mesmo dia, houve a entrega de 15 motorizadas a igual número de líderes comunitários de Canda.

Estes meios custaram ao projecto de Desenvolvimento dos Meios de Vida Sustentáveis para as Comunidades da Zona de Desenvolvimento Sustentável do PNG (2022 – 2027), um valor de 1.308.000,00 MT (Um milhão, trezentos e oito mil meticais). Este valor é fruto do financiamento do Reino dos Países Baixos através da Embaixada da Holanda em Moçambique.

Entre as actividades no dia de lançamento da campanha de restauração da Serra da Gorongosa, fizeram parte a exposição de produtos, exposição cartográfica sobre as mudanças de cobertura vegetal da Serra da Gorongosa de 1977 a 2024, as acções implementadas pelo PNG para a reversão da situação (produção do café e reflorestamento), declamação de poema e peça teatral sobre a necessidade urgente de se unir esforços para a salvação da Serra da Gorongosa. (Muamine Benjamim/Profundus PDF).

Gorongosa: A capital provincial da Biodiversidade

É a avaliação do Governo do distrito de Gorongosa, através do respectivo administrador, Pedro Mussengue, durante o lançamento da campanha de restauração da Serra da Gorongosa, no posto Administrativo de Nhamadzi-Canda.

No mesmo evento da última quinta-feira, o Parque Nacional da Gorongosa entregou 47 bicicletas a facilitadores comunitários e 40 bicicletas a animadores comunitários da comunidade de Canda, zona da Serra da Gorongosa. Igualmente, 15 motorizadas a igual número de líderes comunitários de Canda.

Estes meios custaram ao projecto de Desenvolvimento dos Meios de Vida Sustentáveis para as Comunidades da Zona de Desenvolvimento Sustentável do PNG (2022 – 2027), um valor de 1.308.000,00 MT (Um milhão, trezentos e oito mil meticais). Este valor é fruto do financiamento do Reino dos Países Baixos através da Embaixada da Holanda em Moçambique. (Muamine Benjamim).

Parceria com EUA aumenta disponibilidade de oxigénio na Zambézia

O Governo dos Estados Unidos da América (EUA), através da sua Agência para o Desenvolvimento internacional (USAID, sigla inglesa), assinalou um marco significativo na melhoria dos serviços de saúde em Moçambique, quando a Chefe Adjunta do Gabinete de Saúde da USAID, Julie Boccanera, e a Secretária de Estado da Província da Zambézia, Stella Cristina de Jesus Xavier Mafumo, inauguraram uma fábrica de produção de oxigénio de última geração no Hospital Distrital de Mocuba.

Aquela fábrica representa o compromisso contínuo do governo dos EUA em reforçar as infra-estruturas de cuidados de saúde em Moçambique. Com a capacidade de gerar 283 litros de oxigénio de qualidade médica por minuto, a fábrica assegura um fornecimento de oxigénio consistente e fiável, crucial para o tratamento de doenças respiratórias e para a melhoria da saúde materno-infantil.

Esta iniciativa, que representa um investimento superior a 1 milhão de dólares, incluindo a construção e a assistência técnica, sublinha a dedicação do governo dos EUA à promoção de soluções sustentáveis no sector da saúde. Com capacidade para encher até 10 garrafas de oxigénio por dia, a fábrica irá beneficiar não só o Hospital Geral de Mocuba, mas também 16 outras unidades de saúde próximas e distritos vizinhos, beneficiando mais de 2,5 milhões de pessoas.

O Embaixador dos EUA, Peter Vrooman, afirmou: “Esta colaboração demonstra o esforço colectivo para reforçar as infra-estruturas de saúde de Moçambique e a sua preparação para os desafios futuros.”

Este empreendimento segue-se à instalação de outra fábrica de oxigénio similar no Hospital Distrital de Monapo, província de Nampula.  É um exemplo da parceria entre o Ministério da Saúde, a Embaixada dos EUA e parceiros de implementação como a JHPIEGO e a Chemonics na promoção da resiliência dos cuidados de saúde e da capacidade de resposta.

A Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) lidera o desenvolvimento internacional do governo dos EUA e a assistência a catástrofes através de parcerias e investimentos que salvam vidas, reduzem a pobreza, fortalecem a governação democrática e ajudam as pessoas a sair de crises humanitárias. (EUA/Profundus).

“Ponte e ruas” não escapam Charumar

O presidente do Conselho Municipal da Vila de Nhamatanda diz que a ponte sobre rio Nhamatanda em direcção a Escola Secundária Geral de Nhamatanda e condicionamento das ruas estão para este ano. Outras preocupações estão para o mandato. São promessas já conhecidas, tal como no passado.

“Essa vez não, vai acabar essa esperança, será construída a ponte”, garantir o edil António Charumar João.

A reabilitação das ruas dependia do PESOM, sem aprovação deste documento, não há como mexer. Assim que foi aprovado, “vamos esperar a transferência de fundos e depois vamos trabalhar”, disse.

Para este mandato, Charumar como é popularmente chamado, promete também “biblioteca”.

Lembre-se que em 2023, das várias actividades previstas, estava a abertura de valas de drenagem; construção de casa de Cultura; construção de aquedutos nos bairros Josina Machel, Filipe Magaia e 3 de Fevereiro; demarcação de talhões nos bairros 25 de Junho, Eduardo Mondlane e Mateus Muthemba; manutenção de 12km de estradas terraplanadas da vila; construção de muro de vedação do Campo Municipal incluindo bancadas de sombra; e a construção da ponte sobre rio Nhamatanda de 30 metros de cumprimento e 8 metros de largura e fiscalização da obra. (Muamine Benjamim).