Chemba: Director do SDPI refuta alegações de má gestão do sector

O director do Serviço Distrital de Planeamento e Infra-estruturas (SDPI) de Chemba negou veementemente as informações associadas ao seu nome e foto alegando má gestão do sector. Em entrevista ao “Profundus”, Vánio António Mujaide reagiu, suspeitando a origem interna da ofensa escrita por preguiçoso.

As alegações estão associadas ao nome do director como quem “faz daquele serviço a sua propriedade, vinga muito [aos] funcionários e abusa de poder em tudo, diz porque sou director e contribuo no partido [Frelimo] e ninguém me faz nada”, está escrito numa das informações postas a circular nas diferentes plataformas de interactividade multimédia.

Continuam as alegações: “[O] Secretário de Estado, Manuel Rodrigues, chamou atenção quando funcionários queixaram, mas ele piorou. Estamos mal com este senhor, e nós temos medo de reclamar, assim tem colegas [que] por reclamar estão a passar mal com ele, ser funcionários do Estado dele é assim? Estava em Machanga como técnico, veio para Chemba como director e lá onde saiu agradeceram muito a sua saída, este distrito na área de infra-estruturas não há nada, roubar que sabe fazer bem, comida do INGD leva para familiares e até vende”.

O director do SDPI suspeita que a “informação não é de alguém de fora, é [de uma] pessoa interna; é alguém do próprio serviço; é pessoa preguiçosa que não quer trabalhar e fica no serviço principalmente à procura para difamar porque toda a informação que aparece naquele texto é uma pura mentira”, disse o dirigente.

O director distrital apontou que essas informações infundadas podem estar associadas à incompetência de quem não cumpre com as suas responsabilidades e cria problemas no serviço. “Ele só se preocupa em criar clivagem no seio de colegas”, acrescentou.

Neste momento, Mujaide está a trabalhar para conseguir identificar quem está a sujar o seu nome que merece honra. “Depois haverá um posicionamento sobre as atitudes do colega”, para a respectiva responsabilização.

Chemba já recebeu produtos alimentares do Instituto Nacional de Gestão de Desastres Naturais (INGD) para apoiar cerca de 300 pessoas vulneráveis em todos os postos administrativos do distrito. Os produtos de primeira necessidade incluíam arroz, farinha, feijão, óleo, sal e açúcar.

A distribuição desses produtos é uma iniciativa do governo distrital para apoiar as famílias mais necessitadas, especialmente após as chuvas fortes que afectaram a região recentemente e pessoas da terceira idade.

O “Profundus” continuará a acompanhar este caso para detalhes nos próximos dias. (ROSÁRIO PHOINDE).


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