SDEJT de Nhamatanda passa a discutir respectivas preocupações na sala própria

Na última segunda-feira, as principais ruas da vila municipal de Nhamatanda foram ocupadas temporariamente, por professores de diferentes escolas do distrito e respectivos alunos para enaltecer os esforços de quem ensina A, B e C, apesar dos desafios para transformar o mundo.

Inicialmente, com a deposição de flores na Praça da Organização Nacional dos Professores (ONP), os professores marcharam para o Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia (SDEJT), onde presenciaram a inauguração de uma Sala de Conferências pelo administrador de Nhamatanda, Manuel Jardim Moreno Teixeira.

Na ocasião, o administrador de Nhamatanda, disse que a sala está orçada em 552.324 meticais.

A sala foi projectada para acolher encontros de interesse do sector da educação, trazendo soluções para o desenvolvimento local.

“Estamos prontos para melhorar o sector da educação”, assumiu o director do SDEJT de Nhamatanda, Estevão Nota.

“Reconhecemos os desafios do sector, o Governo está a procurar soluções para a vida do professor”. Para tal, o SDEJT já conta com uma sala própria para discutir os seus assuntos. Antes, o sector recorria à sala do Instituto de Ciências da Saúde para os respectivos eventos de maior participação.

A sala vai servir de “local para discutir assuntos do sector da educação”, com possíveis soluções” como preocupação do sector do nosso distrito”.

Ainda sobre o 12 de outubro, os professores continuaram com a marcha, do SDETJ, com dísticos e cânticos que enaltecem o professor, passando pela Praça dos Namorados, Estrada Nacional Número Seis (EN6) contornando no famoso mercado Nzero à habitual tribuna.

Já na tribuna, o professor brilhou, dançou, cantou, desfilou, foi premiado e deixou uma mensagem simples, mas que descreve a origem de todos os cargos, resumindo-se em “dignificação”, primeiro, da classe.

As comemorações do Dia do Professor coincidiram este ano com o 45.º aniversário da ONP sob o lema “45 anos de história por uma nova cultura sindical”. (Muamine Benjamim).


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