RC: Tiroteio mata sete pessoas

 

Pelo menos sete pessoas foram mortas a tiro no leste da República Democrática do Congo, onde se registam combates entre o exército e os rebeldes do M23, informaram fontes locais no domingo (19.11).

As circunstâncias que rodearam o tiroteio que teve lugar no sábado à noite num campo para pessoas deslocadas no território de Nyiragongo, no Kivu do Norte, ainda não são claras.

O campo situa-se a norte da capital da província de Goma.

“Os autores do crime não foram identificados”, disse uma fonte hospitalar, informando que quatro civis e três soldados foram mortos e 11 pessoas ficaram feridas.

O administrador da polícia do território, Coronel Patrick Iduma, disse que os milicianos “indígenas” tinham disparado para assustar os deslocados que ocupavam as suas parcelas.

O líder da sociedade civil local, Pascal Harerimana, disse num depoimento de uma testemunha que os perpetradores estavam vestidos com os novos uniformes dos soldados que tinham chegado recentemente à frente.

Acrescentou ainda que entre os mortos se encontravam civis que estavam num bar.

Segundo escreve VOA, no mês passado, os combates voltaram a eclodir entre os rebeldes do M23, liderados pelos tutsis, de um lado, e as tropas congolesas e as milícias pró-estatais, do outro, rompendo vários meses de relativa calma na região volátil

O M23 que é alegadamente apoiado pelo Ruanda, conquistou vastas áreas do território do Kivu do Norte depois de lançar uma campanha no final de 2021.

No fim de semana passado, pelo menos seis pessoas foram mortas e uma dúzia ficou ferida quando eclodiu uma “disputa” entre as tropas congolesas e os combatentes das milícias pró-Estado no território de Nyiragongo.

No território vizinho de Masisi, no domingo, fontes locais relataram combates entre o exército e os rebeldes após alguns dias de relativa calma.

“O M23 atacou-nos esta manhã em Karenga”, disse uma fonte de segurança. O ataque desalojou soldados da sua posição, “mas vamos recuperar a área”, acrescentou a fonte. (VOA).

Gorongosa: Um parque de direitos humanos

No século XX, o mundo não tinha uma visão esclarecida sobre como os parques nacionais (e outras formas de “áreas protegidas”) residem numa região maior onde os humanos criam meios de subsistência e cuidam das suas famílias. A visão antiga é conhecida como “conservação da fortaleza”. Os parques eram geridos com a visão limitada de que os fiscais protegeriam a vida selvagem dentro do parque (e os turistas iriam apreciá-la), e a população local (que habita a região desde “antes do tempo”) ficaria fora do parque. Esta visão falha porque:

Os ecossistemas naturais não estão em conformidade com os limites humanos num mapa. As captações de água, os corredores de biodiversidade e os sistemas climáticos geralmente não estão relacionados com os limites de um parque nacional, que provavelmente foram criados como jurisdições políticas.

A abordagem de fortaleza para um parque nacional fica aquém das nossas aspirações do século XXI em matéria de direitos humanos e de soberania e dignidade dos povos nativos.

Para remediar esta situação, o Projecto da Gorongosa celebrou um contrato de co-gestão com o Governo de Moçambique não só para restaurar o ecossistema empobrecido do próprio Parque, mas para apoiar as famílias que vivem numa área definida em torno do Parque chamada “Zona de Desenvolvimento Sustentável”. Os gestores do Projecto da Gorongosa receberam a visão do Presidente de Moçambique, Joaquim Chissano, e do seu amigo, antigo Presidente da África do Sul, Nelson Mandela. Como presidentes de países vizinhos, no início dos anos 2000, criaram o conceito de “Parque da Paz”. Desenvolveram a ideia de um parque nacional cuja missão é servir os seus vizinhos humanos, reconhecendo que um ecossistema regional saudável é bom para os humanos e para a vida selvagem. Além disso, estavam a lidar com erros históricos ao criar este novo paradigma. A beleza, a biodiversidade e a riqueza natural de um parque nacional pertencem às pessoas que partilham essa paisagem. É a herança cultural e espiritual da população local. (Profundus).

Zambézia: Um caixão na porta do Tribunal para juiz

“…Aqui se faz, aqui se paga”. É um dos parágrafos da mensagem de texto colada no caixão deixado na porta do Tribunal Judicial do Distrito de Alto-Molócuè, onde o juiz Celso Alexandre trabalha, na província da Zambézia.

Depois de desconhecidos espalharem panfletos pelas artérias da vila de Alto-Molócuè, a sul da província da Zambézia, desta vez, há uma semana deixaram um caixão. Embora não se saiba o que tinha dentro do objecto, a mensagem é clara.

“Senhor Celso Alexandre Vasco, ainda estamos insatisfeitos por ter tirado das celas, seus vândalos que estamos a ver aqui no bairro. Não temos nada a ver com eleições, mas você e sua namorada incendiaram nossas barracas. Nos vingaremos da tamanha desgraça que o senhor criou nas nossas famílias. Até breve, senhor juiz. Aqui se faz, aqui se paga!” Lê-se nos panfletos.

Lembre-se que o tal juiz recebe as ameaças depois de ter ordenado a liberdade condicional de 34 indivíduos que, supostamente, incendiaram um mercado. (Profundus).

Mortes por tuberculose chegam a níveis pré-pandemia

O Relatório Global sobre a Tuberculose 2023 alerta para a volta dos níveis de 2019. A publicação lançada na terça-feira, em Genebra, revela que a Covid-19 provocou a maior perda de vidas por doenças infecciosas no ano passado.

No total de mortes por tuberculose em 2022, estão 167 mil pessoas que viviam com o HIV. A doença foi a que esteve mais associada aos óbitos dos infectados pelo vírus da Aids e uma das mais ligadas à resistência antimicrobiana.

As pessoas vivendo com o HIV representavam 6,3% dos 7,5 milhões novos casos globais de tuberculose no período em análise. O total é o mais alto desde que a OMS iniciou a monitorização da tuberculose em todo o mundo 1995.

Das nações de língua portuguesa, Angola, Brasil e Moçambique constam entre os 30 países do mundo com o maior fardo da doença.

O ano passado teve 10,6 milhões de notificações em nível mundial: 5,8 milhões dos quais homens, 3,5 milhões mulheres e 1,3 milhões crianças. A taxa de incidência da tuberculose a cada 100 mil habitantes foi de 3,9% entre 2020 e 2022, contrariando a queda de cerca de 2% ao ano ocorrida em duas décadas.

Os países com mais de dois terços do número global de pacientes são Índia, Indonésia, China, Filipinas, Paquistão, Nigéria, Bangladesh e República Democrática do Congo.

No entanto, a OMS revelou que cerca de 75 milhões de vidas foram salvas graças aos esforços para combater a tuberculose em todo o mundo que vêm sendo implementados desde o ano 2000.

Cerca de 34 milhões de pessoas tiveram tratamento em 2021. Com esse total a agência declara terem sido cumpridos 84% da meta de 40 milhões para o quinquénio 2018-2022 fixada na Reunião de Alto Nível da ONU para a Tuberculose. (ONUNews).

Trabalhadores sem salários vão ao julgamento em Nhamatanda

Cerca de 76 trabalhadores das 175 casas do tipo I e II em construção no 7˚ bairro municipal de reassentamento de Metuchira, para beneficiar vítimas do ciclone Idai, no distrito de Nhamatanda em Sofala, queixam-se de falta de salários de sete meses.

Os principais apontados na falta de salários são a Tzu Chi (financiadora) e a Engenharia de Construção Civil (EGEC) Lta (construtora) das obras. Já houve tantas sentadas, incluindo o Governo do Distrito de Nhamatanda, local onde decorrem as obras. Não houve consenso, cada um tende a deixar a “batata quente” para o outro.

Segundo apurou o Profundus, a empresa contratada alega que ainda não pagou os salários porque falta-lhe o pagamento do patrão. Só um pouco do patrão fecha todos salários. Mas a Tzu Chi, num documento oficial, diz que é a EGEC que deve devolver cerca de 14 milhões de meticais do valor adiantado por incumprimento do contrato e caducidade.

O contrato deveria ser executado no período entre 01 de julho de 2021 a 30 de junho de 2022, tendo sido excepcionalmente concedido uma prorrogação do prazo de execução até ao passado dia 26 de junho de 2023. Mas antes, houve GARANTIA DE ADIANTAMENTO DE PAGAMENTO objecto da APOLICE BE BOM 500905 emitida nos termos do Contrato Nº 01-210610-191524-2030-81 celebrado entre a Fundação de Caridade Tu Chi Moçambique e a EGEC para a construção de 175 casas do TI e T2 no distrito de Nhamatanda, sobre a qual foi pago em antecipado, cerca de 23.300.103,91 meticais.

“Nestes termos e de acordo com o previsto na garantia bancária, “solicitamos o pagamento de 14.121.008,08 meticais correspondente ao não cumprimento de 63,54% do total da empreitada conforme atesta o relatório de fiscalização devidamente validado e assinado pelo v/assegurado EGEC”. Lê-se no documento na posse do Profundus, exigindo “liquidação do valor devido com maior brevidade possível de modo a podermos abrir o concurso com vista a adjudicação do remanescente da empreitada a outro fornecedor”.

Enquanto isso, a Tzu Chi já começou a construção com a comunidade local, estando neste momento em escavação de 16 casas”, afirmou o presidente da Tzu Chi Moçambique, Dino Foi.

O caso poderá ser solucionado no Tribunal Judicial de Nhamatanda a partir da próxima quinta-feira (23.11.2023). Esta urgente intervenção resulta do primeiro encontro da nova secretária de Estado, Cecília Chamutota em Sofala com aqueles trabalhadores. (Profundus).

O mundo em que vivemos

O mundo em que vivemos está constantemente passando por mudanças e transformações. Dos avanços tecnológicos às questões socioambientais, há diversas questões que afetam todos os continentes e pessoas ao redor do globo. Neste artigo, iremos discutir algO mundo em que vivemos está constantemente passando por mudanças e transformações. Dos avanços tecnológicos às questões socioambientais, há diversas questões que afetam todos os continentes e pessoas ao redor do globo. Neste artigo, iremos discutir alguns aspetos importantes sobre o mundo em que vivemos atualmente.O mundo em que vivemos está constantemente passando por mudanças e transformações. Dos avanços tecnológicos às questões socioambientais, há diversas questões que afetam todos os continentes e pessoas ao redor do globo. Neste artigo, iremos discutir alguns aspetos importantes sobre o mundo em que vivemos atualmente.O mundo em que vivemos está constantemente passando por mudanças e transformações. Dos avanços tecnológicos às questões socioambientais, há diversas questões que afetam todos os continentes e pessoas ao redor do globo. Neste artigo, iremos discutir alguns aspetos importantes sobre o mundo em que vivemos atualmente.O mundo em que vivemos está constantemente passando por mudanças e transformações. Dos avanços tecnológicos às questões socioambientais, há diversas questões que afetam todos os continentes e pessoas ao redor do globo. Neste artigo, iremos discutir alguns aspetos importantes sobre o mundo em que vivemos atualmente.O mundo em que vivemos está constantemente passando por mudanças e transformações. Dos avanços tecnológicos às questões socioambientais, há diversas questões que afetam todos os continentes e pessoas ao redor do globo. Neste artigo, iremos discutir alguns aspetos importantes sobre o mundo em que vivemos atualmente.O mundo em que vivemos está constantemente passando por mudanças e transformações. Dos avanços tecnológicos às questões socioambientais, há diversas questões que afetam todos os continentes e pessoas ao redor do globo. Neste artigo, iremos discutir alguns aspetos importantes sobre o mundo em que vivemos atualmente.O mundo em que vivemos está constantemente passando por mudanças e transformações. Dos avanços tecnológicos às questões socioambientais, há diversas questões que afetam todos os continentes e pessoas ao redor do globo. Neste artigo, iremos discutir alguns aspetos importantes sobre o mundo em que vivemos atualmente.uns aspetos importantes sobre o mundo em que vivemos atualmente.

A ascensão da diplomacia digital

A ascensão da diplomacia digital na política internacional

A globalização e o avanço tecnológico têm transformado a forma como as nações interagem e conduzem suas relações internacionais. Com o surgimento da internet e das redes sociais, a diplomacia digital vem ganhando cada vez mais espaço nas negociações e conflitos entre países.

O meu espaço

Este espaço é composto por várias áreas, cada uma com a sua função específica. A primeira delas é o meu cantinho de leitura. Aqui, tenho uma estante repleta de livros dos mais variados gêneros. Desde romances a livros de autoajuda, passando por obras de ficção científica e poesia, tenho uma coleção que representa os meus interesses e gostos literários. É neste espaço que me perco nas páginas de um livro, viajo para outros mundos e mergulho em diferentes perspectivas.

A vida

A vida, esse fenômeno misterioso e fascinante, é o maior presente que qualquer ser humano pode receber. Desde o momento em que nascemos até o nosso último suspiro, somos agraciados com a oportunidade de experimentar todas as maravilhas que o mundo tem a oferecer.

Cada dia traz consigo um novo conjunto de possibilidades e desafios. A vida nos leva por um turbilhão de emoções – alegria, tristeza, amor, raiva, medo. São essas emoções que dão sabor à nossa existência e nos ajudam a crescer como indivíduos.

A vida também é uma oportunidade para aprender e crescer. Ao longo dos anos, acumulamos conhecimento e experiência que moldam nossa visão de mundo e nossas decisões. Cada experiência, boa ou ruim, nos ensina algo valioso sobre nós mesmos e sobre os outros.

Além disso, a vida nos oferece a oportunidade de nos conectarmos com outras pessoas. Nossos relacionamentos com amigos, familiares e parceiros românticos nos trazem alegria, apoio e amor incondicional. Essas conexões nos lembram que não estamos sozinhos neste mundo e que juntos podemos enfrentar qualquer adversidade.

A vida também nos presenteia com a oportunidade de encontrar um propósito maior. Cada um de nós tem talentos e paixões únicas, que podem ser utilizados para fazer a diferença no mundo. Seja ajudando os necessitados, contribuindo para o avanço da ciência ou expressando nossas emoções através da arte, todos nós temos algo a oferecer.

Mas, apesar de todas as alegrias que a vida nos traz, também enfrentamos tempos difíceis. A adversidade faz parte da experiência humana e nos desafia a crescer e nos superar. É nesses momentos que descobrimos a nossa força interior e a capacidade de nos adaptar às circunstâncias.

Então, como podemos aproveitar ao máximo essa dádiva chamada vida? A resposta é simples – vivendo plenamente. Significa abraçar todas as experiências, sejam elas boas ou más, e encontrar significado em cada momento. Significa amar e ser amado, ser grato pelas pequenas coisas e estabelecer metas que nos desafiam a nos tornar a melhor versão de nós mesmos.

A vida é um presente precioso e frágil. Nunca sabemos quanto tempo temos neste mundo, por isso é essencial aproveitarmos cada momento. Seja o capitão da sua própria jornada, decida o que traz felicidade para a sua vida e vá atrás disso com determinação e paixão.

Em resumo, a vida é uma oportunidade única e excepcional. É uma jornada de autodescoberta, conexão com os outros e busca do propósito. Aproveite cada instante, aprenda com cada experiência e nunca deixe de seguir seus sonhos. Viva com intensidade, amor e gratidão. Afinal, a vida é o maior tesouro que temos.

A relação entre ciência e saúde

A relação entre ciência e saúde sempre foi crucial para o avanço da medicina e o bem-estar da sociedade. Através da aplicação dos princípios científicos, é possível entender melhor as doenças, desenvolver tratamentos mais eficazes e promover a prevenção de enfermidades. A ciência da saúde abrange diversas áreas, como a biologia, a química, a física e a psicologia, entre outras. Cada uma dessas disciplinas contribui de forma única para o conhecimento e o cuidado com a saúde humana.

Jornal Profundus

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